quinta-feira, 6 de novembro de 2014



DIA DO DIÁCONO
2º Domingo de Novembro

Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância; Guardando o mistério da fé numa consciência pura. E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis. Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo.
Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas. Porque os que servirem bem como diáconos, adquirirão para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus.

                                                                                                                             (I Timóteo 3:8-13)

                         

Parabéns Amados Irmãos
MULTIPLIQUE COMPAIXÃO
(Mt. 14:14)
Quero convidá-lo a pensar sobre o conceito destas duas palavras: Compaixão e Graça. GRAÇA é um favor imerecido pelo homem, fruto da misericórdia e amor divino. COMPAIXÃO é o sentimento de pesar que nos  causam  os males alheios, bem como uma vontade de ajudar o próximo.  Sentimento de simpatia ou de piedade para com o sofrimento alheio, associado à vontade ou ao desejo de auxiliar de alguma forma.
Jesus é a nossa maior referência no exercício da compaixão. Em Mateus 14:14 lemos ... “viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela  e curou  os seus enfermos”.  Jesus não apenas sentiu compaixão. Ele exerceu a compaixão, ou melhor, agiu em favor da  multidão.
Pensar em um homem que deu sua própria vida em favor da nossa é pensar em um exemplo único de compaixão e de graça, pois não merecíamos absolutamente nada. Diariamente, como Jesus, temos visto a multidão. Uma multidão que se perde em um contexto de violência e de dor e que clama por socorro.
Crianças, adolescentes, jovens e idosos são protagonistas dos mais assustadores atos de violência e abandono que estão inseridos tanto nas comunidades carentes, quanto nos bairros mais elitizados de nossas cidades.
Vivemos “anestesiados” e em muitos momentos nem sequer nos lembramos de orar e pedir a intervenção de Deus nas vidas destas pessoas.  Em um cenário tão drástico como este, nossa atitude muitas vezes é de buscarmos proteção nos fechando em nosso mundo particular.
Tenho me perguntado: Onde está a honra? Onde está a dignidade? Onde está o amor? Onde está a compaixão? Onde está a Igreja? Esta é uma multidão que levanta um clamor a nós, servos e igreja do Senhor, pelo exercício da compaixão e da graça. Não podemos ficar indiferentes, paralisados e recuados frente a tão grandes desafios. Precisamos, como Jesus, não apenas sentir, mas agir em favor desta multidão. MULTIPLIQUE COMPAIXÃO!

(Texto Adaptado) 
 Anair Bragança S. Siqueira

segunda-feira, 13 de outubro de 2014



15 DE OUTUBRO - DIA DO PROFESSOR
DEUS OS ABENÇOE MUITÍSSIMO!
PARABÉNS CRIANÇAS!

MULTIPLIQUE ORAÇÃO



“Senhor, ensina-nos a orar”. (Lucas 11:1)


A oração de Jesus implementava vontade de orar. Esta é a constatação à qual podemos chegar após ler o texto de Lc 11.1.
Jesus orava em certo lugar. Como crianças observando sorrateiramente o que o pai faz, os alunos observavam o Mestre. Após Ele orar, os discípulos o cercaram. Absortos, pediram-lhe: “Ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos”. Algo na oração jesuânica despertou neles a vontade de orar. O que poderia ser?
A oração que implementa vontade de orar é uma oração coerente. É fruto de uma prática de vida na presença de Deus. É a continuidade de um diálogo constante e ininterrupto com o Pai, robustecido cotidianamente. É a expressão verbal que é aprazível ao Senhor ouvir, pois sobe como cheiro de sacrifício vivo, resultado de uma vida agradável a Deus.
É uma oração que traz aprendizado. A oração do Pai-Nosso, formulada por Jesus, ensina-nos a nos dirigir a Deus em oração. A teologia que um cristão advoga crer é a exposta nos concílios de ordenação, mas a teologia em que ele realmente crê e vive é aquela manifestada em sua oração. Nossas orações revelam nossa teologia prática. O que as pessoas têm aprendido por meio de suas orações?
É uma oração que atrai aquele que é atraído porque atrai Aquele que atrai. Quando alguém Lhe obedece, e vive uma vida de oração, a diferença da atmosfera ao seu redor torna-se perceptível. Algo da presença de Deus se manifesta de forma imantadora. A presença de Deus na vida daquele que ora, quando ora, atrai outros.
Após o pedido dos discípulos, Jesus dá uma aula de cerca de 20 segundos sobre oração. Sua oração os fazia ter vontade de orar. Sua pregação insuflava em outros vontade de pregar. Sua vida renovava a vontade de viver. E você? Quando foi a última vez que alguém, após ouvir sua oração, pediu-lhe que o ensinasse a orar? Sua oração insufla em outros a vontade de orar? Se assim ainda não é, que tal investirmos agora em um breve momento em oração?


Pr. Henrique Ribeiro de Araújo
Gerente de treinamento e desenvolvimento JMN 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

DISPOSIÇÃO E PRONTIDÃO




Segundo o dicionário da Língua Portuguesa Priberam, o vocábulo disposição significa “maneira como as pessoas estão colocadas ou situadas; tendência ou habilidade para desenvolver algo; intenção, estado para ser usado ou ser útil”.
As Escrituras afirmam que todos os crentes foram capacitados com dons espirituais (I Co 12; Rm 12), habilidades, potencialidades que devem ser colocadas à disposição do Reino de Deus. Disposição é a intenção, o desejo do servo em se colocar na posição desejada pelo seu Senhor, afim de que o ministério que nos foi confiado por Ele, seja executado com êxito, sucesso. 
Reconhecer que tem uma missão a desempenhar e vontade em fazer, em sentir-se útil, não faz do crente um servo, pois é no exercício dos seus dons e talentos que o servo descobre o seu valor.  Ter disposição é bom. Mostrar-se “pronto”, é o que Deus espera de cada um de nós (Is. 6:8).
Enquanto que a disposição trabalha no campo do abstratismo, do desejo, da vontade em ser usado, em ser útil, a prontidão já permeia o campo da ação, do concretismo. Deus espera de nós não somente disposição, mas uma diligência acompanhada de boa vontade. (Mateus 21.28-32)
Você está preparado para agir sem demora, conforme as exigências do Mestre?  No serviço do Rei você revela presteza, desembaraço e rapidez para atender as demandas daquele que te chamou? Vives em estado de alerta, pronto para fazer as intervenções necessárias à semelhança daqueles que vivem em quartéis? (Hb. 6:11;  II Co. 9: 1;  II Co. 8:11,12).
Se não tens resposta para as indagações acima, sinto em afirmar-lhe: “Tens disposição, mas não estás pronto para ser usado como vaso nas mãos do Oleiro”.                  

(Pr. Ângelo Mário)