quarta-feira, 29 de maio de 2013

IMPACTO EVANGELÍSTICO NO BAIRRO DR. JURACY

Na terça-feira, dia 28/05, foi realizado  Impacto Evangelístico no Bairro Dr. Juracy,   realizado pelo Ministério de Evangelismo juntamente com toda a Igreja e o apoio da 4ª Igreja Batista,    na Praça em frente à Igreja.   Foi um culto abençoado,  foram entoados vários cânticos e  leitura   da palavra, várias pessoas estiveram ali e outras ouviram de suas casas. A irmã Tatiana cantou uma música em louvor ao nosso Deus. O Pr. Ângelo trouxe  a mensagem do Senhor.   Algumas pessoas foram à frente para a oração clamando ao Senhor por mudança em suas vidas.













A FESTA DO PURIM

 A festa de Purim comemora o dia da vitória do povo judeu sobre os povos inimigos na época do Rei Assuero, durante o cativeiro dos judeus na Babilônia. Hamã havia emitido um decreto sem o conhecimento total do rei, determinando que o povo judeu deveria ser exterminado da terra sem qualquer direito de defesa. Por fim, Deus honrou ao Seu povo, que ganhou o direito de se defender e derrotou os inimigos no dia 13 do mês de Adar. Assim, a existência do povo de Deus foi preservada. Os planos do inimigo foram impedidos! E por isso as professoras e as crianças do Culto Infantil realizaram no dia 26/05 (Domingo) a Festa do Purim, louvando a Deus por mudar a nossa sorte, transformando a tristeza em alegria. 










                                           


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Impacto Evangelístico no Bairro São Jorge

O Ministério de Evangelismo juntamente com toda a Igreja e o apoio da 4ª Igreja Batista estiveram no bairro São Jorge para realização de um grande Culto ao ar livre no dia 30/04. Várias pessoas estiveram ali, outras ouviram de suas casas. O Pr. Ângelo iniciou o culto com uma oração, foram entoados cânticos e lida a palavra. A irmã Tatiana cantou uma música de louvor a Deus e as Mensageiras do Rei participaram cantando. O Pr. Eufrásio trouxe a mensagem do Senhor baseada em Romanos 6:23. Algumas pessoas foram à frente para a oração final feita pelo Pr. Ângelo.
 

 

 

 

 

 

 

                                                 

 

 

 

 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

A Família e os conflitos entre gerações


Família é um organismo vivo, divino e fundamental na construção da nossa identidade. Sem ela os indivíduos viveriam desgovernados e desafeiçoados, pois o meio em que se vive os primeiros passos exerce uma influência significativa na constituição do ser.

Prezar por um convívio familiar saudável e harmonioso faz toda diferença na formação do caráter dos filhos. Pais que vivem em conflito conjugal acabam transferindo para os filhos uma ideia de que casamento não funciona e não traz felicidade e que o melhor é viver intensamente o concubinato, do que assumir um compromisso que só promove conturbações e infelicidade (Hb. 13:4)

Quanto aos filhos, desejam abraçar o “modus operandi” deste mundo; vivenciam o pragmatismo e buscam o “hedonismo” irresponsável, sem ao menos mensurar o que se está fazendo com o que a bíblia diz.  Essa contradição espiritual tem gerado conflitos entre pais e filhos, transformando o lar num coliseu, onde os membros são gladiadores que travam lutas constantes, porém sem vencedores.

Já os pais provocam a ira dos filhos (Ef. 6:4), quando deixam de oferecer AMOR E EXEMPLO. Um lar sem afetividade, sem compreensão, sem contato é gerador de entes revoltados, que fazem de tudo para chamar a atenção dos seus genitores.  A falta de exemplo, também, tem quebrado o princípio da autoridade, que por sua vez inviabiliza o respeito e o estabelecimento de regras.  Filhos desgovernados só causam transtornos, vergonha e desequilíbrio familiar (Pv. 29:15).

Enfim, conflitos existem e existirão, mas podem ser dirimidos. A família precisa dialogar e saber conviver com as diferenças. Quando os pais se amarem, verdadeiramente, servirem a Deus fielmente e forem capazes de compreender os filhos oferecendo-lhes AMOR E EXEMPLO, certamente os filhos corresponderão com OBEDIÊNCIA.  É a lei da causa e efeito.  Toda ação requer uma reação. Não seja você o causador de conflitos, mas de alegria, paz e harmonia em seu lar. “O que depender de você tenha paz com todos (Rm. 12:18) e cuide dos seus para não negar a fé” (I Tm. 5:8).

(Pr. Ângelo Mário)

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Ensinar: um exercício que aprimora gerações.



Nunca se ouviu falar tanto em educação como em nossos dias. A busca pelo conhecimento acadêmico, formal, tem crescido significativamente. Milhares de pessoas estão procurando aperfeiçoar-se na perspectiva de não ficar de fora do mercado de trabalho. As profissões de maior ganho financeiro são as mais cobiçadas. Os ditames do capitalismo continuam regendo o processo educativo, não com a preocupação de formar sujeitos autônomos, conscientes e críticos da sua própria realidade, mas com o objetivo de suprir a demanda do mercado de trabalho, ou seja, em não permitir que falte a força geradora de lucro, que sempre se concentra nas mãos de uma minoria.

Investir em educação que se preocupa com o indivíduo, enquanto ser, deveria ser o ponto de partida para a construção de um processo educativo que prima pelo pensar e que busca, incansavelmente, por uma formação libertária, pois na medida em que ensinamos para ser, o fazer se torna ético e moral.

Como primeira escola do SER, a família não pode se eximir da responsabilidade de transmitir valores que moldem o caráter dos filhos (Dt 6:7; 11:19), pois o compartilhar de virtudes, por meio da vida, é que faz toda a diferença na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Negligenciar a educação do lar é colocar em risco o futuro de um povo.  Tanto a “Escola” como a “Igreja” são vítimas dos desmandos da família, que vem se mostrando cada vez mais incapaz de cumprir a missão que lhe foi conferida pelo criador – “EDUCAR”.

Quer um conselho? Ensinemos para a vida! Sejamos mediadores de uma educação que pense no homem como um todo, e não apenas numa máquina geradora de lucros. Motivemos os filhos a serem reflexivos, sujeitos da própria existência, para que amanhã não sejam fantoches nas mãos do “outro ser”. Primemos em compartilhar o que somos, para que amanhã os filhos tenham referencias para se espelharem. Valorizemos e estimulemos o ensino espiritual, pois ele é capaz de aprimorar gerações (Dt.4:9) e promover lucratividade não apenas para esta vida, mas por toda a eternidade (Js 1:7,8).  

Pr. Ângelo Mário.